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Operação logística marca 30 anos garantindo gás no Norte do Brasil

  • crossbbrasil
  • 13 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura
EDIÇÃO 12 | 15 a 21.12.25 - A Operação Codajás completou 30 anos em dezembro de 2025, mantendo o abastecimento de gás de cozinha (GLP) e petróleo na Região Norte mesmo em períodos críticos de seca nos rios


JOGO RÁPIDO

Operação Codajás: desde 1995, a iniciativa da Petrobras com a Transpetro garante o transporte de GLP e petróleo para a Amazônia. Entre setembro e outubro de 2025, foram escoadas mais de 60 mil toneladas de GLP e 129 mil m³ de petróleo — assegurando energia e gás de cozinha a comunidades mesmo em vazantes fluviais.

Em dezembro de 2025, a Operação Codajás completou 30 anos de atividades dedicadas ao abastecimento de gás liquefeito de petróleo (GLP), além de petróleo e gás natural para a região Norte do Brasil. A iniciativa, conduzida pela Petrobras em parceria com a Transpetro e com apoio técnico da Marinha do Brasil, tornou-se peça central da segurança energética na Amazônia.


Criada em 1995, a operação surgiu diante da necessidade de garantir suprimento de combustíveis mesmo quando a navegabilidade dos rios amazônicos se tornava crítica. Ao longo das últimas três décadas, foram implementadas adaptações logísticas e tecnológicas para superar a variação sazonal dos níveis de água — usando embarcações de calado reduzido, navios dedicados e monitoramento regular dos rios em locais estratégicos como Iquitos, Manaus e Coari.


No ciclo mais recente (setembro-outubro de 2025), a Codajás transportou mais de 60 mil toneladas de GLP e 129 mil metros cúbicos de petróleo a partir do terminal de Solimões, no Amazonas, evidência de que a estrutura segue operando com eficiência mesmo em contextos de vazante.


Para 2025, a operação conta com quatro navios dedicados, dois dos quais operados pela Transpetro,  os “Jorge Amado” e “Gilberto Freyre”, além de embarcações de calado reduzido para enfrentar trechos de menor profundidade. Todas as operações foram realizadas diretamente em Manaus, sem necessidade de transbordo em pontos críticos como Codajás ou Itacoatiara, graças à manutenção da navegabilidade nos trechos críticos.


O abastecimento contínuo promovido pela Codajás não se limita ao GLP para uso doméstico: a operação também assegura o transporte de gás natural e petróleo da província de Urucu (município de Coari, Amazonas), fundamentais para o funcionamento de termelétricas e para garantir a geração de energia para boa parte do estado.


Mesmo em 2024 , durante a maior seca da Amazônia em 74 anos, a operação demonstrou sua importância: naquele ano, a Codajás transportou cerca de 16 mil toneladas de GLP em 21 operações com cinco navios dedicados exclusivamente à região.


Segundo o diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, Jones Soares, “Ao longo de três décadas, temos superado as condições impostas pela vazante dos rios amazônicos com soluções tecnológicas e seguras. E mesmo em anos com menor impacto da vazante, como 2025, seguimos com planejamento, monitoramento e ações preventivas. Estamos sempre prontos para viabilizar o suprimento do gás de cozinha para a população da Região Norte, sem interrupções”.


A longevidade da Codajás reflete seu papel estratégico e a capacidade de adaptação frente aos desafios naturais da Amazônia: a operação se consolidou como estrutura essencial para manter o abastecimento de GLP, petróleo e gás natural na região, garantindo que comunidades isoladas e centros urbanos permaneçam com acesso a combustíveis e energia mesmo em períodos de seca fluvial.


LIGAÇÕES EXTERNAS: EBC -  PORTOS E NAVIOS – BNC AMAZONAS – BRASIL EM FOLHAS – TUDO EM MÍDIA 

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