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Brasil e Arábia Saudita ampliam voos diretos de carga e passageiros

  • crossbbrasil
  • 2 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 27 de nov. de 2025

ED: 04 - 27.09 A 01.10.25 - Protocolo bilateral amplia frequências, flexibiliza regras de participação e expande direitos de quinta liberdade, abrindo rotas e mercados.



JOGO RÁPIDO

Em Protocolo Adicional assinado em setembro de 2025, Brasil e Arábia Saudita ampliaram direitos de tráfego aéreo: aumento de frequências, remoção de exigência de capital brasileiro e liberação de quinta liberdade para cargueiros — movimento que pode impulsionar cadeias de exportação.


Em  24 de setembro de 2025, durante assembleia da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) em Montréal, Brasil e Arábia Saudita assinaram um Protocolo Adicional ao Acordo de Serviços Aéreos que amplia frequências, flexibiliza regras de designação de empresas e expande direitos de quinta liberdade, especialmente para cargas. Para voos exclusivamente cargueiros operados em quinta liberdade, o protocolo elimina limites de frequência; para voos de passageiros, o teto anunciado foi ampliado (de 7 para 21 frequências semanais, por exemplo), segundo a nota oficial. 


A medida tem impacto direto na logística e nos fluxos comerciais: mais frequências e liberdade operacional podem reduzir prazos de trânsito, baratear rotas e permitir conexões por hubs sauditas para destinos no Oriente Médio, África e Ásia. Analistas e operadoras brasileiras e sauditas interpretam a atualização como sinal de prioridade política para ampliar a conectividade e viabilizar voos diretos ou com escalas comerciais que favoreçam o agronegócio e as indústrias exportadoras.


Também foi destacado o alinhamento com mudanças regulatórias locais na Arábia Saudita que autorizam maior participação estrangeira em empresas aéreas,  fator que facilita a entrada de companhias estrangeiras em rotas regionais. Documentos oficiais e bases governamentais (Itamaraty / Concordia) já registram o teor do Protocolo e os avanços na cooperação regulatória.


A expectativa para os exportadores é de rotas mais diversas e competitivas; para as autoridades, abre-se janela para negociar serviços aéreos e infraestrutura de pátio que fortaleçam a posição regional dos dois países.


COM INFORMAÇÕES DE: ANAC -  PANROTAS - AEROIN - CONCORDIA / ITAMARATY


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