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Tocantins se beneficia com ferrovia Norte-Sul.

A conclusão da Ferrovia Norte-Sul (FNS), coloca o Tocantins em uma posição estratégica no corredor logístico do Brasil.


Ferrovia vai facilitar o escoamento da produção agrícola e o acesso a insumos e matérias-primas no Tocantins

Leitura Rápida:

  • Com Norte-SUL Tocantins fica em uma posição privilegiada em um dos principais corredores logísticos do Brasil

  • Ferrovia vai impulsionar o desenvolvimento econômico e social das regiões por onde passa

  • FNS vai estimular a criação de pólos industriais e agroindustriais ao longo de seu trajeto Oferece alternativa logística eficiente e sustentável para o transporte de cargas

  • Rumo espera diversificar a sua carga


A Ferrovia Norte-Sul (FNS) foi finalmente concluída no último dia 16 de junho, inaugurando um marco na infraestrutura logística de transportes no País. Segundo entende o governo estadual, a conclusão da ferrovia coloca o Tocantins em uma posição privilegiada em um dos principais corredores logísticos do Brasil.


Considerada a coluna dorsal do transporte sobre trilhos, a ferrovia passa por quatro das cinco regiões brasileiras, desde Açailândia (MA) até Estrela D’Oeste (SP), com 2.257 km de extensão, dos quais cerca de 32% passam pelo Tocantins. O Estado do Tocantins também abriga seis plataformas que conectam a ferrovia a outros modais de transporte, como o rodoviário e hidroviário, colocando o Estado em uma condição privilegiada de logística de transportes e facilitando o escoamento da produção agrícola para portos como o de Itaqui (MA) e Santos (SP).


A expectativa governamental é de que ocorra um impulso significativo em diversos setores, como o agrícola, industrial e de transporte de cargas. “A Ferrovia Norte-Sul se torna uma porta para o escoamento de produtos tocantinenses para outras regiões do Brasil e do mundo, além de facilitar o acesso a insumos e matérias-primas essenciais para o desenvolvimento local, como é o caso do corredor de fertilizantes já em operação no Arco Norte, que vai possibilitar a implantação do Centro de Distribuição de Fertilizantes no Tipa [Terminal Integrador de Palmeirante], atraindo novos investimentos e impulsionando ainda mais o agronegócio, forte vocação do nosso Estado”, afirmou o governador Wanderlei Barbosa .


O desenvolvimento socioeconômico das regiões por onde passa a ferrovia também é outro aspecto crucial. A implantação da FNS estimula a criação de pólos industriais e agroindustriais ao longo de seu trajeto, gerando emprego e renda nos municípios de sua zona de influência. A implantação do centro de fertilizantes, por exemplo, vai gerar 400 empregos diretos, além dos postos de trabalho indiretos resultantes da transformação econômica viabilizada na região.


“A proximidade com a ferrovia facilita a instalação de empresas e indústrias, atraídas pela facilidade de escoamento de suas produções e acesso a insumos. Isso gera empregos diretos e indiretos, fortalece a economia local e contribui para a melhoria da qualidade de vida da população”, ressaltou o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Carlos Humberto Lima.


A implantação da Norte-Sul também representa uma alternativa logística eficiente e sustentável para o transporte de cargas, uma vez que o modal ferroviário é menos poluente e consideravelmente mais barato que o rodoviário, por onde se escoa mais de 67% da produção brasileira atualmente.


A Rumo, empresa de logística do grupo Cosan, inaugurou nesta sexta-feira (16) o último trecho da ferrovia Com isso, o país passa a ter uma conexão ferroviária direta desde o Porto de Santos (SP) até Itaqui (MA). O tramo central operado pela Rumo, que vai de São Paulo a Tocantins, era o elo que faltava para completar o corredor ferroviário que atravessa o país. A empresa venceu em 2019 o leilão para operar esse trecho por 30 anos, com um investimento de R$ 2,7 bilhões.


A Rumo já opera a Malha Paulista, que liga o Porto de Santos ao interior de São Paulo, e a Malha Norte, que vai de Mato Grosso e Tocantins. Com a conclusão da FNS, a empresa espera diversificar a sua carga, que hoje é predominantemente de grãos, e transportar também produtos como açúcar, etanol, fertilizantes, celulose e contêineres.




 

LIGAÇÕES EXTERNAS:

Surgiu, Secom, Notícias, Globo Rural




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