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Serpro cria sistema que elimina papel no transporte aéreo

O Serpro, empresa de tecnologia da informação do governo federal, promete acabar com o uso de papel no modal aéreo, gerando uma economia de R$ 10 bilhões por ano para o setor, facilitando a vida dos operadores logísticos


Adeus papelada


Leitura rápida:

  • Serpro cria sistema que elimina papel no transporte aéreo

  • Inovação reduz custos, tempo e burocracia na distribuição de cargas

  • Economia estimada é de R$ 10 bilhões por ano para o setor

  • Sistema integra dados de diferentes órgãos e agentes envolvidos

  • Iniciativa facilita o comércio exterior e aumenta a competitividade

  • Transformação digital beneficia empresas, consumidores e meio ambiente

  • Projeto é pioneiro no mundo e coloca o Brasil na vanguarda da tecnologia


O Serpro, em parceria com a Receita Federal do Brasil e a Secretaria Nacional de Aviação Civil , desenvolveu um sistema inovador para o controle de carga e trânsito de mercadorias estrangeiras no modal aéreo. O sistema, chamado de CCT Importação - Aéreo, adota o padrão internacional de envio de informações eletrônicas (IATA) e usa tecnologia da informação para simplificar a logística do comércio exterior nos aeroportos do país. O sistema foi lançado oficialmente em 2 de agosto de 2023 e substituiu o antigo sistema Mantra.


Com o CCT Importação - Aéreo, o tempo de liberação das cargas e mercadorias importadas via aeroportos pode ser reduzido em até 80%, pois o sistema faz uso intensivo de ferramentas de gerenciamento de riscos e diminui as intervenções físicas. O sistema também permite a utilização de um padrão internacional de envio de informações eletrônicas, por meio do padrão Cargo XML, desenvolvido pela International Air Transport Association (IATA). Essa padronização facilita a integração com os sistemas dos operadores privados, como as companhias aéreas, os aeroportos e os agentes de carga.


A inovação trazida pelo CCT Importação - Aéreo pode gerar uma economia anual de R$ 10 bilhões para o setor, além de aumentar a competitividade e a segurança das empresas que atuam no comércio internacional. O sistema também pode transformar o Brasil em um hub de distribuição de cargas aéreas, atraindo investimentos externos e ampliando os fluxos comerciais. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o sistema coloca o Brasil na fronteira do que há de melhor em termos logísticos no mundo e beneficia toda a sociedade brasileira.




 

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