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Seca no Panamá já compromete navegação pelo canal que liga dois oceanos

A situação de seca no Panamá está cada vez mais crítica e pode afetar o tráfego de navios pelo canal que liga os oceanos Atlântico e Pacífico. Alguns navios já tiveram que reduzir o peso da carga para poder atravessar a passagem l, que está com o nível de água muito baixo. Isso preocupa o mercado internacional, que depende do canal para o transporte de mercadorias entre os continentes.


Canal do Panamá. Seca impõe riscos ao comércio marítimo internacional

Leitura rápida:

  • O Canal do Panamá é uma rota estratégica para o comércio marítimo mundial, que usa a água doce dos lagos para operar as eclusas.

  • A seca provocada pelo El Niño reduziu o nível de água dos lagos e limitou a passagem dos navios pelo canal.

  • As restrições causam prejuízos para as empresas de transporte e afetam o mercado global, que depende do canal para abastecer diferentes regiões.

  • As restrições devem durar até junho de 2024, mas a seca pode ser um indício de uma mudança climática mais permanente.

  • A Autoridade do Canal do Panamá tem investido em medidas para economizar e reutilizar a água, além de buscar fontes alternativas de energia renovável.

  • O Canal do Panamá é um patrimônio histórico, cultural e ambiental do Panamá e do mundo, que precisa ser preservado.

  • A seca atual representa um desafio sem precedentes para o canal, mas também uma oportunidade para buscar soluções inovadoras e resilientes.


O Canal do Panamá é uma das principais rotas do comércio marítimo mundial, por onde passam cerca de 6% das mercadorias transportadas por via marítima,o que depende da água doce dos lagos vizinhos para operar as eclusas que permitem a passagem dos navios entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Essa água está cada vez mais escassa devido à seca que atinge a região, agravada pelo fenômeno climático El Niño, que reduz as chuvas na América Central.


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A seca tem levado a níveis de água mais baixos nos lagos, o que obriga as autoridades a impor restrições ao peso e ao número de navios que podem atravessar a hidrovia. Essas restrições causam filas e atrasos para os navios comerciais, que precisam esperar mais tempo para completar a travessia ou reduzir a quantidade de carga que levam. Isso gera prejuízos financeiros para as empresas de transporte e preocupação para o mercado global, que depende da ligação para abastecer diferentes regiões do mundo.



Segundo a Autoridade do Canal do Panamá (ACP), as restrições devem durar pelo menos até junho de 2024, quando se espera que as chuvas voltem ao normal. Todavia,, alguns especialistas alertam que a seca pode ser um sinal de uma mudança climática mais duradoura,o que pode comprometer o futuro da navegação internacional. Por isso, a ACP tem investido em medidas para economizar e reutilizar a água doce, além de buscar fontes alternativas de energia renovável.


O Canal do Panamá é um patrimônio histórico, cultural e ambiental do Panamá e do mundo. Sua preservação depende de uma gestão sustentável dos recursos hídricos e de uma conscientização sobre os impactos das mudanças climáticas na região. A seca atual representa um desafio sem precedentes para o canal, mas também uma oportunidade para buscar soluções inovadoras e resilientes.



 

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