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Problemas em rodovias aumentam demanda por transporte aéreo


Condições ruins do pavimento geram custos extras de R$ 4,89 bilhões para empresas de transporte rodoviário de cargas, devido a um gasto extra de R$ 1,072 bilhões em diesel


Texto-base original: Prestex


Estradas ruins favorecem transporte de carga aéreo

Uma das regiões afetadas pelas péssimas condições das rodovias é o Nordeste, que tem, em sua composição territorial, nove estados e uma área de 1.558.000 km², correspondente a 18% do território do Brasil. Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), 71,3% da malha rodoviária pavimentada do Nordeste apresenta algum tipo de problema no pavimento, na sinalização ou na geometria das estradas.


Essa situação tem aumentado a procura no setor de logística pelo transporte aéreo de cargas, principalmente nesta região. De acordo com a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), em 2022 foram transportados 572.472.562 quilos de carga aérea nos dez principais aeroportos do Brasil, entre eles o Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes (PE), que transportou 47.475.704 quilos.


Segundo o especialista em logística Rodrigo Lizot, CEO da Prestex, empresa especializada em solução logística emergencial B2B, os segmentos que mais demandam pelo transporte aéreo emergencial no Nordeste são: indústria automobilística, de alimentos, bebidas e produtos químicos.


Dados do portal Investe Recife, criado pela prefeitura para fomentar os investimentos na cidade, mostram que as condições atuais têm incentivado empresas com sede no Sul e Sudeste a se instalarem no Nordeste, expandindo o atendimento no modal aéreo.

De acordo com o Boletim de Desenvolvimento Econômico de Recife, a cidade tem se consolidado como um polo estratégico de negócios. Foi considerada a melhor cidade da Região no Índice de Cidades Empreendedoras 2022, contabilizando 166 mil empresas ativas e um saldo positivo de 16.336 empresas no acumulado de 2022.


Recife também possui o segundo melhor aeroporto do mundo, conforme ranking global elaborado pela AirHelp. “Trabalhar com cargas emergenciais aéreas significa montar de forma ágil um quebra-cabeça estratégico para solucionar o problema de cada empresa”, disse o especialista em logística Rodrigo Lizot.


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