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Bosch inicia produção em massa de módulo de hidrogênio para caminhões.

A empresa alemã espera que o mercado de caminhões movidos a hidrogênio cresça nos próximos anos, e já tem parcerias com fabricantes como Daimler, Volvo e Hyundai. A empresa pretende investir 1 bilhão de euros no desenvolvimento da tecnologia até 2024.


H2Bosch

Leitura rápida:

  • A Bosch busca estabelecer hidrogênio como alternativa real ao elétrico

  • Módulo de hidrogênio usa células de combustível para gerar energia

  • Empresa afirma que módulo é mais eficiente e sustentável do que baterias

  • Módulo pode ser instalado em caminhões novos ou adaptados

  • Módulo de hidrogênio é compatível com diferentes tipos de combustíveis

  • Caminhões Nikola serão os primeiros a receber a nova célula


A Bosch iniciou a produção em massa do seu módulo de potência de célula a combustível de hidrogênio (H2), que será usado em caminhões elétricos movidos a hidrogênio da Nikola Corporation, uma empresa norte-americana. O módulo de potência de célula a combustível é uma tecnologia que permite converter o hidrogênio em eletricidade, com emissão zero de poluentes.]


A expectativa é que com o novo produto se gerem vendas na casa dos bilhões de euros com tecnologias relacionadas ao hidrogênio até 2030.

A empresa, que opera em toda a cadeia de valor do hidrogênio, desenvolve tecnologias para sua produção e aplicação, investirá quase 2,5 bilhões de euros no desenvolvimento e fabricação dessas tecnologias entre 2021 e 2026.


O H2 é considerado por técnicos como alternativa real para os caminhões elétricos para caminhões, pois pode oferecer vantagens como maior autonomia, menor tempo de abastecimento e menor impacto na infraestrutura elétrica. Além disso,pode ser produzido a partir de fontes renováveis, como energia solar e eólica, contribuindo para a descarbonização do setor de transporte. No entanto, ainda há desafios para a expansão de seu uso como o custo elevado das tecnologias envolvidas, a falta de padronização e regulamentação e a escassez de infraestrutura de distribuição.


A Bosch está trabalhando em parceria com outras empresas e instituições para superar esses desafios e acelerar a transição para uma economia baseada no hidrogênio. Por exemplo, ela faz parte da Hydrogen Council, iniciativa global que reúne mais de 100 empresas líderes em diferentes setores para promover o hidrogênio como solução para a transição energética.Também está envolvida em projetos-piloto gás em diferentes aplicações, como caminhões, ônibus, carros e sistemas estacionários.


Com expertise em automotiva, a Bosch não apenas desenvolve e produz módulos de potência de célula a combustível, mas também motores movidos a hidrogênio e sistemas de eletrólise que podem produzir H2 a partir da água e da eletricidade renovável. Espera que, até 2030, um em cada cinco novos caminhões com peso superior a seis toneladas tenha um trem de força movido a célula a combustível. A empresa emprega mais de 3 mil pessoas em tecnologia de hidrogênio.







 

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